Aos poucos as “máscaras” vão caindo

No Rio se rouba desde Garotinho? Não, desde de Cabral.

É infame, mas é o triste retrato de um fim de feira.

O Rio continua lindo, mas o Estado entrou em processo falimentar, chegando ao ponto de não poder, sequer, pagar o salário de seus funcionários.

Pediu ajuda à União, o que foi negado, e entrou em colapso.

Mas, agora, parece que tudo se esclarece muito bem, de Garotinho a Pezão, pois todos são farinha do mesmo saco e, ainda, amigos de Lula. Todos embarcaram na conversa dele.

Todos acreditavam que se perpetuariam no poder.

Todavia, “o tiro saiu pela culatra”. O que para eles era “imexível”, acabou desmoronando como um castelo na areia. Nunca poderiam contar com o movimento popular, provocado pelas inúmeras asneiras de Dilma, que acabaram acordando o povo e empurrando os políticos para uma tomada de consciência e, como decorrência, um grande movimento político se organizou e desmontou todo o esquema.

Eles não poderiam contar com a mão firme e forte de um juiz de Curitiba, extremamente bem preparado e que passou a comandar o maior processo de apuração de corrupção e lavagem de dinheiro da história mundial. Tudo saiu, contra as previsões do Lula e de seus seguidores.

Eles se imaginavam fora de perigo, pois o grande padrinho lhes daria a proteção. No entanto, o grande padrinho também sucumbiu e, com ele, toda a “companheirada” e a desmontagem progressiva do partido.

O que estamos assistindo agora é o reflexo direto dos desmandos dos governantes. Aliás, o Rio de Janeiro parece sempre brincar quando escolhe seus governantes. Há que lembrar-se de Leonel Brizola, ex-governador do Rio Grande do Sul. De repente ele surge na política do Rio de janeiro e elege-se e reelege-se governador do Estado por oito anos.

O Rio de Janeiro continua lindo, mas o seu povo está sofrendo as consequências de um número sem fim de irresponsabilidades por parte de todos os seus governantes.

Antes ninguém imaginava o quanto de dinheiro fora desviado das finanças cariocas. Agora, todo mundo sabe.

O governador Pezão, que acaba de enviar para a Câmara o seu plano de recuperação das finanças, está com as mãos amarradas. Com certeza, nada será aprovado, afinal, quem se atreveria a aumentar impostos, contribuições previdenciárias ou cortar benefícios da população, no momento em que o poder público apresenta toda a sua podridão? Que tipo de colaboração se pode pedir ao povo? Com certeza tudo será negado e o caos vai se aprofundar.

Essa operação está causando pânico no Planalto. Sabem porquê? A sensação no Planalto é que a Lava Jato agora mira o PMDB, e pode chegar perto de auxiliares do Temer e inclusive nele próprio. O medo é que o presidente também está, como todo político, com ”o rabo preso”. Aliás, ninguém escapa, pois a politicalha do Brasil está toda envolvida e dificilmente sobrará um para contar a história. Felizmente estamos investigando e punindo, isso é que é bonito, que a Justiça siga seu caminho para o bem geral. Quem sabe, já para o próximo ano, tenhamos o ressurgimento do País.

Assim esperamos.

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