As urnas não mentem, nem se corrompem

É tudo o que sempre falamos:  “em um regime democrático, o povo tem o direito de pronunciar-se nas urnas”.

Desta feita, os eleitores fizeram valer a sua vontade e deram o recado, só não entendeu quem não quis. Sem dúvida, o recado foi bem claro: não queremos mais ouvir falar de PT e de políticos.

A sacanagem foi tanta, que o povo captou a mensagem e, de forma expressiva, não negou fogo. O PT foi absolutamente triturado, praticamente desapareceu do mapa eleitoral e acabou dando-se por vencido.

O PT tomou consciência de que realmente o mal que causou ao Brasil e aos brasileiros é muito grande. A recuperação não será tão fácil, ou melhor, não há recuperação. Um novo PT deverá surgir, se realmente eles desejarem se amoldar à modernidade política, à forma diferente de fazer política, ou seja: política se faz com honestidade, com correção, com firme propósito, com capacidade de compor, mas,  para o bem, sem interesse, sem o famoso “toma lá, dá cá”, ou é “dando que se recebe”, com prevalência do interesse do povo e não o individual.

Para a turma que restou do PT é muito difícil porque, ao longo de todos estes anos, em verdade, eles fizeram tudo ao contrário do que consta do parágrafo anterior.

Aos poucos, a força da Lava Jato está minando cada vez mais a resistência do PT, semana após semana, as coisas vão se aclarando, e não só o juiz Moro, mas o STF, através do Teori, vão encaixando a situação especialmente do Lula, o qual está de tal forma enredado nessa teia de aranha, que nem dá mais para tentar escapar se envolvendo cada vez mais. Viram que até o sobrinho do Lula não escapará, além da mulher e os filhos.

Tudo está sendo feito da melhor maneira possível, o cerco está fechando e de nada adianta espernear, todos a seu devido tempo estarão prestando contas à Justiça.

As urnas refletiram exatamente esse espírito. Quando os eleitores votaram e muitos se abstiveram de votar, tinham a consciência plena de que o Brasil precisava dessa limpeza e ela só poderá ser completa pela legitimação através das urnas.

Nada mais legítimo, especialmente, quando não há falcatruas como, aliás, ocorreu nas últimas eleições, onde Dilma saiu vencedora e segundo ela, pelas mãos do Diabo, pois, disse que faria o Diabo para eleger-se e fez. Aquelas famosas 3 horas para a abertura das urnas, com as chaves nas mãos do Toffolli, não me convencem. Ele era o presidente do Tribunal Eleitoral.

Parabéns, mais uma vez, ao povo brasileiro. Primeiro porque foi às ruas e exigiu a saída da Dilma e do PT do poder, e agora nas urnas, onde exigiu a nova cara do Brasil, na derrota fragorosa do PT.

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