Leitor cobra indenização de cooperativa

Sr. redator:

“Em 29 de novembro de 2013 realizei a adesão de seguro junto a associação Unipropas /  Unibrasil, situada na Rua Francisco Marengo, 202, Tatuapé, com a cobertura da seguradora Generali Seguros, de meu veículo saveiro 2011/2011, placa EQJ5882, Renavam nº 317082213.

No dia 28 de janeiro de 2014, ocorreu o sinistro nº 280114 de roubo e o B.O.E. nº 120.693/2014, no dia 29 de janeiro de 2014. No dia 30 de janeiro de 2014, fui até a Unipropas e atendido por Aline que recebeu a comunicação do sinistro: cópia do B.O.E. e  toda documentação solicitada.

Em 24 de março de 2014 recebi um e-mail de Fernanda Carvalho, informando a recepção do aviso de sinistro e que estaria verificando quanto a vigência da apólice junto a companhia, para verificar a cobertura e assim solicitar a documentação para providenciar o reembolso.

 No dia 4 de abril de 2014, recebi da Fernanda Carvalho um e-mail solicitando os documentos originais para a indenização integral do valor do veículo. Vale lembrar, que a mesma disse em e-mail anterior, que só faria tal solicitação, caso estivesse tudo certo, com a apólice e dentro da vigência.

Providenciei todos os documentos solicitados como DUT, preenchido e com reconhecimento de firma, em nome da Generali, as duas chaves, comprovante da conta bancária, para depósito, formulário de indenização, todos os documentos solicitados por e-mail e necessários para a pronta indenização, isso ocorreu no dia 7 de abril de 2014 e recebido no dia 10 de abril. No dia 15 de abril, consta uma solicitação de pagamento, encaminhado à Generali, por Fernanda Versiani.

Após cobrar da Unipropas uma providência, no dia 15 de abril, o sr. Hugo encaminhou um e-mail, com o ‘print’ da tela de seu computador, onde constava os dados do sinistro e um histórico do andamento do mesmo e diversas solicitações face a Generali, para que fosse tomada uma providência e fosse efetuada a indenização, demonstrando que as providências foram devidamente tomadas por parte da Unipropas.

Já se passaram sete meses e até a presente data não há nenhuma resposta da Unipropas com a finalidade de resolver essa situação.”

Edilmar Oliveira Lemos

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