MENOS CRIMES – O novo ano será positivo

MENOS CRIMES – O novo ano será positivo

O comandante da 1ª Cia. do 8º Batalhão da PM, capitão Felipe de Lima Simões, apresentou os números da criminalidade de 2016 e fez uma comparação com o ano de 2015 diante da região pertencente à 1ª Cia. e ao 30º DP – Tatuapé. O capitão ainda não tinha nas mãos os dados oficiais da Secretaria de Segurança de janeiro e fevereiro de 2017. Apesar disso, ele apresentou a realização de 47 prisões em flagrante, nas quais foram apreendidas sete armas utilizadas em roubos, após registros de boletins de ocorrência. O destaque ficou por conta de quatro roubos de farmácias de uma mesma rede.

PRISÕES

Voltando aos números anuais, o capitão afirmou que os índices dos roubos de cargas foram os que mais caíram: 37%. Os latrocínios ficaram zerados durante todo o ano de 2016, enquanto os roubos de veículos decresceram 19%. Os roubos outros tiveram uma queda de 9,4%. Os furtos de um modo geral tiveram aumento de 13%, enquanto os furtos de veículos tiveram um declínio de 6%, ficando praticamente estabilizados, apesar de não ser o ideal.

ESTUPRO

Lima também citou os casos de estupro, que tiveram um aumento em seus números, mas pediu tranquilidade aos moradores. Conforme sua avaliação, quando se divulga uma elevação de 38% nos casos, é preciso registrar o fato de serem 18 ocorrências por ano. Além disso, por ser um crime específico, o capitão explicou que mesmo os casos não consumados são considerados estupros. Ou seja, os abusos não qualificados também entram na estatística.

CUSTÓDIA

O capitão criticou, ainda, a legislação que permite a audiência de custódia ao suspeito. “Quando ela acontece, geralmente o acusado responde em liberdade. Contudo, quando isso ocorre, na maioria das vezes a pessoa volta a se envolver em crimes”, explicou. Para o comandante, isso não pode servir como justificativa para se diminuir o policiamento ostensivo. “A PM continuará trabalhando com a ajuda dos moradores, no sentido de informar as áreas com maior incidência de crimes, mas vale repetir: quando os pretensos criminosos estão à solta, os índices ruins só aumentam”, completou.

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