Prefeitura lança outro modelo de lixeira

Prefeitura lança outro modelo de lixeira

Será que agora vai dar certo? Depois de algumas tentativas frustradas das gestões anteriores, a Prefeitura lança agora mais um novo modelo de lixeira.

Também anexados nos postes, os modelos são de metal e, de acordo com a Prefeitura, mais resistentes do que as de plástico. No total, 1.908 unidades dos novos modelos já foram instalados em diferentes regiões. Entretanto, a reportagem da Gazeta ainda não visualizou no bairro o novo mobiliário.

A não ser as lixeiras chamadas de Tulipa, que começaram a ser utilizadas em fevereiro deste ano e são feitas de ferro. Com tratamento anticorrosivo, elas possuem capacidade para receber até 100 litros de resíduos, são presas no chão e possuem um chip de monitoramento.

Tem ainda as do modelo conhecido como “Robocop”. Feitas de ferro, possuem capacidade de armazenar 50 litros de resíduos e são fixadas nos postes. Elas também possuem uma caixa de metal para apagar cigarros.

Ainda de acordo com a Prefeitura, as novas lixeiras complementam as papeleiras de plástico e foram doadas pelas empresas Soma e Inova, responsáveis pela varrição na capital. Elas não estavam contempladas no contrato vigente com as empresas e foram doadas sem custos ao governo municipal.

Conforme o contrato, as empresas precisam repor mensalmente 20% das papeleiras na cidade, seja por vandalismo ou higienização. Não há um valor específico para a manutenção das papeleiras, pois a tarifa mensal paga a essas empresas já contempla esse serviço.

De acordo com a Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), na época em que o contrato foi firmado com as empresas de varrição, entre 2011 e 2012, foram instaladas 150 mil papeleiras. Somente neste ano, foram repostas, por mês, 4.402 papeleiras, sendo mais da metade devido a depredações, pichações, queima, aplicação de propagandas irregulares e demais tipos de vandalismos.

Há tempos a reportagem desta Gazeta vem mostrando a grave situação no Tatuapé. Há uma grande quantidade de lixeiras de plástico quebradas. É muito comum ao andar pelas ruas do bairro e encontrar apenas parte deste mobiliário: só a tampa, só a base de sustentação, só a parte de baixo, ou o utensílio jogado no chão.

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