Rua Acuruí – Moradores reclamam de bagunça

Rua Acuruí – Moradores reclamam de bagunça

A reunião do Conseg do Tatuapé, realizada na semana passada, foi praticamente monopolizada por moradores da Rua Acuruí, nas proximidades do número 166, Jardim Anália Franco. Apesar deles terem ido reclamar de um bar que está sob a jurisdição da Prefeitura Regional Aricanduva/Formosa/Carrão e do Conseg Vila Formosa, o Conselho de Segurança co-irmão recebeu a denúncia por meio de abaixo-assinado entregue ao capitão Felipe Lima Simões, comandante da 1ª Cia. do 8º Batalhão da PM.

De acordo com os moradores, o estabelecimento, que está ao lado de uma casa de repouso, de prédio residencial e moradias, é o principal responsável por uma série de atos irresponsáveis. O primeiro deles está relacionado ao trânsito, pois os frequentadores do local estacionam seus carros em frente a guias rebaixadas de prédios e casas, sobre calçadas e ao redor das praças Bela Lorena e Vitor Bruno, onde também é proibido estacionar. Quando vão embora, os motoristas utilizam a rua como pista para a disputa de rachas.

 “Vizinhos alegam ocorrer prostituição e uso de drogas no local”

As outras ações de desrespeito estão ligadas à prostituição, prática de sexo e uso de drogas, sendo que parte das ações foram filmadas e também entregues à polícia. Vários vizinhos disseram terem de entrar em confronto com os donos dos veículos parados irregularmente, além de se depararem com mulheres e homens nus na rua e, às vezes, dentro da garagem de suas casas, já que alguns indivíduos arrombam os portões.

Quando o bar fecha, os problemas continuam, pois os carros de quem vai ao estabelecimento estão abastecidos com bebidas. A partir daí eles ligam o som e começam o “pancadão”, madrugada a dentro.

Frente às péssimas atitudes de diversos clientes do bar, os denunciantes foram à reunião pedir ajuda e também reclamar do descaso da CET e da própria fiscalização da Prefeitura Regional. Eles relataram que os agentes de trânsito nunca aparecem, não importando o número de registros no número 1188. Da mesma maneira, eles também ressaltaram não entender como os donos receberam a autorização para abrir um bar ao lado de uma casa de repouso.

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