Você tem uma pet gestante?

Você tem uma pet gestante?

Confira algumas dicas importantes 

PRÉ-GESTACIONAL

O cuidado veterinário é altamente recomendado. “A avaliação deste profissional, em uma fase preparatória, analisa itens como: vermifugação, estado nutricional, protocolo vacinal e condições de saúde gerais do animal”, comenta Fernanda Marques, médica-veterinária.

DURANTE A GESTAÇÃO

Quando a cadela/gata já está prenha, é normal que ela mude seu comportamento habitual, aumente ou diminua seu apetite, seus mamilos aumentem e mudem de cor, e também reduza a realização de atividade física. Estes são alguns dos primeiros sinais de quando a pet está prenha. “Em muitos casos, a suplementação é necessária já que as exigências nutricionais aumentam para manter a saúde da mãe e desenvolver o feto.”

Um cuidado que os tutores devem ficar atentos é na medicação do animal. Antes do uso de qualquer produto, o médico-veterinário deve ser avisado, inclusive os medicamentos de uso corriqueiro como os antiparasitários externos”. Outro cuidado é que a gravidez em pets também pode trazer riscos para a saúde delas como estresse térmico ou deficiência de algum nutriente e estes também são aspectos que serão analisados pelo especialista.

O PARTO

Parto em casa ou no hospital veterinário? Existem muitos partos que acontecem naturalmente em casa. Entretanto, o acompanhamento de um médico-veterinário é indicado, em caso de alguma complicação durante o procedimento.

PÓS-PARTO

Quando nascem os filhotes, é importante que a mãe esteja bem alimentada, em uma temperatura adequada a ela e aos filhotes. O tutor deve prestar atenção às mudanças de comportamento e continuar pedindo orientações ao médico-veterinário para a nutrição balanceada. Caso a fêmea não esteja produzindo leite, é fundamental que seja oferecido um sucedâneo de leite apropriado para cães e gatos, por aproximadamente 30 a 45 dias (tempo estimado para amamentação).

CASTRAÇÃO

A castração é um procedimento seguro e corriqueiro nas clínicas veterinárias. Segundo Fernanda, caso o tutor não tenha interesse na reprodução da fêmea, o procedimento pode ser feito antes do primeiro cio, pois a prática reduz em até 90% a chance de ocorrência de câncer de mama na fase adulta.

As terapias hormonais são contraindicadas devido ao risco de efeitos secundários frequente. A castração é positiva em muitos aspectos, mas o tutor deve ter atenção ao manejo nutricional afim de evitar o sobrepeso e até mesmo a obesidade nos animais”, complementa.

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