O homem não “desencarna” da presidência. A sede é tanta, que não pode ficar longe do Planalto e diz ainda que não é candidato.
Nada é feito no Planalto se não ganhar a benção dele. Até agora, na escolha do ministro para o Supremo Tribunal Federal, a Dilma precisou de sua benção.
A escolha da que se diz presidente, Dilma, para a vaga do STF, marcou mais um episódio dessa evidência.
Depois de muitas dúvidas, a indicação de Luis Roberto Barroso, um grande professor, advogado e escritor, desta feita, alguém de notório conhecer jurídico, teve de passar pelo crivo do atual presidente Lula, dizem que é “ex”, mas, se tudo tem que passar pelo seu crivo, é o atual, o que vale é o fato real, não o que está no papel.
Para a escolha definitiva, tomou café da manhã com a que todos pensam que é presidente, a Dilma Rousseff, no Palácio da Alvorada, e pôs fim à novela que se arrastava, desde novembro do ano passado.
No inicio de abril, a Dilma havia optado por Heleno Torres, ilustre tributarista, mas a notícia vazou antes do tempo, e ela acabou abortando a indicação.
Outros nomes surgiram, como os de Luiz Edson Fachin e Eugenio Aragão, mas, foram vetados pelos petistas, a noticia diz: pelos petistas, certamente por Lula, só passa quando ele dá ok, senão cai na desgraça.
Nada se faz neste País, como nunca antes neste País, que não passe pelo crivo do Lula, daí a conclusão de que, é mais candidato do que nunca, até porque não aguenta ficar fora do poder.
Mas sobre o escolhido, pelo menos desta vez não se buscou ninguém nos sindicatos, como o Toffoli, que de notório saber jurídico não tem nada, mas, alguém que realmente é altamente respeitado no mundo jurídico, alguém que poderá realmente ajudar muito, especialmente neste momento em que os “mensaleiros” estão desesperados, até entrando com recursos sobre recursos, como os tais embargos declaratórios e os infringentes.
Ao mesmo tempo os dois recursos, de maneira que tudo serve para tumultuar, pois, o primeiro deve ser os declaratórios, ocasionados por dúvidas, obscuridade ou contradição e só depois, de esclarecida a dúvida, ingressar com os infringentes, mas, para salvar-se da cadeia tudo vale.
Felizmente temos o Joaquim Barbosa, ele não come “enrolado”, muito menos no mesmo prato do Lula. Então, não se deixará impressionar e agora, ele pelo menos terá um parceiro, que possui sólida cultura jurídica e humanística, profundo conhecedor do Direito Constitucional, com o perfil progressista, lincado com a modernidade, envolvido com os principais temas da atualidade, é sem duvida um operador do direito de vanguarda.
O importante é que terá o poder de rever o mensalão petista e vai relatar o caso tucano. Parece que a vida dos “mensaleiros” continuará a não ser fácil, assim esperamos. Que não venha com tributo de gratidão ao Lula, a exemplo do Toffoli, do Lewandowski e outros.
O Brasil é o único país no mundo, como nunca antes, a ter dois presidentes, o Lula e a Dilma, só que um é de verdade, o Lula, o outro é um “boneco”, vamos assim chamá-la, porque se colocarmos no feminino, muita gente não vai gostar.
Interessante como mesmo passando tempo, algumas pessoas não aceitam o fato que o Brasil mudou em muitas coisas. Para nossa sorte, alguns grupos políticos não estão mais no total controle, mas se mordem ao ver muita mudança. Poderia citar muitos bonecos em tempos passados e mesmo assim declinaria no mesmo conceito que o Sr Dr Sérgio Carreiro escreve.
Pois é Sr Dr Sérgio, as coisas mudaram. Antigamente nem se podia falar em juízes condenando alguém do governo. Antigamente os bonecos tinham articulação para punir só em propagandas os pares que com eles estavam em negociatas obscuras.
Mas ainda falta alguma coisa na mudança. Falta acabar com os fantoches e marionetes que são pagos ou usados com seus órgãos de imprensa.
Boa sorte Sr Dr, Coronel, Comandante, não sei bem o termo que devo usar. Aceite as mudanças e aproveite MUDE também.